Olá, caros não-leitores!
Dessa vez, embora da mesma cadeira, venho falar de outra coisa que não coisas aleatórias! *whatever that means...*
Dessa vez falarei sobre o
Prêmio Benvirá de Literatura!
Certo.
Primeiras coisas primeiro, a Benvirá é um selo da Saraiva...
E no ano passado ela abriu um concurso de literatura, cujos participantes deveriam enviar uma obra de ficção de tema livre.
E a função era revelar novos talentos e promover a literatura nacional.
O que eu achei muito genial, btw...
Enton, eu participei, depois que me contaram sobre o concurso *Thanks, Artur!!!*
Mandei o livreeenho e talz. Lá mais ou menos em outubro, senão me engano.
O que é possível. Porque a certeza não é lá uma constante na minha mente...mas isso é irrelevante pro dito post.
O resultado tinha data prevista pra sair lá pra março, mas acabou saindo em Fevereiro!
Mais especificamente no dia 14.
Então, quando recebi o e-mail falando do vencedor, minhas mãos começaram a praticamente tremer, neam? *Figurativamente, porque cliquei rapidinho no link...*
O vencedor acabou sendo Oscar Fussato Nakasato.
Um paranaense cuja sinopse do livro é essa aqui ó:
"Nijohin conta a vida de Hideo Inabata, japonês orgulhoso de sua nacionalidade, que chega ao Brasil na segunda década do século XX e passa por dificuldades de adaptação. Com o tempo, arrepende-se por ter sido intransigente com o filho Haruo, que assumiu a brasilidade e morreu assassinado após a Segunda Guerra, e com a filha Sumie, que abandonou o marido japonês para fugir com um “brasileiro”.
O narrador, neto do protagonista e filho de Sumie, empresta voz e visão contemporânea à transformação do avô. É uma história particular, que mostra a origem multicultural do Brasil em tempo e lugares ainda pouco explorados na literatura brasileira e mesmo nos livros de História. E, ao mesmo tempo, é um conto universal, em que até o mais duro ser humano se dobra às mudanças imperiosas do lugar, do tempo e do coração."
Tudo bem que provavelmente se eu tocar nesse livro eu vou começar a chorar. Mas isso também é irrelevante pro dito post.
Que seja.
O que importa é que a gente, como participante, fica um bocado triste por não ganhar, feliz por quem ganhou, mas triste mesmo assim. HAHA
Mas.
O que me motivou a escrever o tal post não foi o resultado.
Nem a insônia numa madrugada qualquer.
Não.
Foi um e-mail mandado "ontem"*esse 'ontem' entre aspas porque como passou da meia-noite, é ontem...ou não...sei lá...mas deu pra entender, né?* por eles... que honestamente me deixou super felizinha. HAHA
Que eu transcreverei aqui pra quem quiser ler!
"Em nome do Editorial de Ficção de Não Ficção da Editora Saraiva, sob o selo Benvirá, gostaria de expressar nossa satisfação com o alcance do primeiro Prêmio Benvirá de Literatura, para o qual foram enviadas 1932 inscrições, um número recorde em concursos do gênero no Brasil.
Nessa segunda-feira, dia 14 de fevereiro, anunciamos o vencedor: Oscar Fussato Nakasato, professor de literatura de Apucarana, no Paraná, com a obra Nihonjin. Não poderia, contudo, deixar de agradecer a sua participação, que deu, ao prêmio, uma força muito grande, não apenas pelos números impressionantes, como pela qualidade.
Em sua grande maioria, os concorrentes enviaram originais bem-elaborados, que revelam não apenas o interesse pela literatura, como um esforço concreto no sentido de produzir ficção em um nível profissional. Como editor, e sobretudo romancista, que já passou pessoalmente muitas vezes pelo processo de criação de uma obra ficcional, vi em cada um o empenho de quem realiza um trabalho de importância pessoal inestimável.
Gostaria de deixar uma mensagem de estímulo para que continue, pois embora o prêmio tenha apenas um vencedor, ganhamos todos nós: no sentido individual, já que a literatura nos ajuda a viver, e no sentido coletivo, neste país que precisa tanto investir em educação, difundir sua cultura e proteger seus valores comuns.
Não existe um país forte sem cultura, e cultura sem literatura, fonte essencial de ideias e emoções, combinação que move os indivíduos e o mundo. O Prêmio Benvirá mostra que estamos no bom caminho e nos estimula também a prosseguir. Por isso, parabéns e nosso muito obrigado.
Um abraço,
Thales Guaracy, diretor editorial."
Certo.
Eu sei que isso foi mandado para todos os 1931 candidatos.
Mas eu achei de extremo tato eles terem mandado esse e-mail, pela consideração do trabalho de todos que mandaram obras pra lá, já que afinal de contas, foi muita gente.
Por esse motivo, o envio desse e-mail, foi que resolvi escrever esse post. Pelo simples fato de que se importaram com todos aqueles que se esforçaram para mandar talvez não seu melhor, mas uma parte de si mesmos nas obras enviadas.
E porque os instigaram a continuar tentando e produzindo cada vez mais. Para que todo esse potencial cultural escondido aqui possa ser revelado aos poucos.

Vc chega lá! Seu potencial é enorme!
ResponderExcluirBjs
Vânia
Opa, meu nome foi mencionado ali, me sinto lisonjeado!
ResponderExcluirNão desista, que tenho certeza que logo verei seus nomes nas prateleiras das livrarias (e na minha, com certeza)
HAHAUHAUHa...oxee!!
ResponderExcluirClaro que foi!
Sem vc eu nem teria participado...XD
SIM!
\o\ /o/
ainda enjoarão de ver meu nome nas prateleiras!
I hope...