*ATENÇÃO! Tem alguns spoilers do filme Água Negra, então se você é como eu que odeia que te falem o que acontece num filme, assista primeiro e depois leia.*
Aqueles que são mais antenados no mundo dos filmes provavelmente devem ter olhado o título e lembrado daquele filme que tinha uma mãe com uma garotinha e muita. Muita. Muita água no apartamento de cima (seja na versão com a Jennifer Connely ou a versão oriental, na última a atuação da menininha é muito boa #fikdika), e como a água tinha uma tonalidade meio escura, meio suja, o filme deve ter acabado se chamando 'água negra'.
Agora vejam se raciocinam comigo.
Água é algo que absorve cheiros, certo? Certo. A guria tava mortchenha, certo? Certo. Véiiiii! O cheiro da água devia estar horrível, um cheiro de algo podre ou apodrecendo, a sujeira que dava aquela coloração, se não fosse ferrugem, *o que também seria extremamente tenso, não?* seria produto da decomposição dos restos mortais da garota, ou seja! E-C-A.
Mas tudo bem. O post não é sobre "espritos"*falado bem rápido* que colorem a água, mas sim sobre aquelas partes específicas do filme quando água começa a surgir do nada. Se bem lembrarem dessas partes, também se lembrarão que a princípio a mulher não sabia de onde a água vinha e que mancha horríver era aquela no teto do quarto.
Com isso em mente, considerem como uma cabeça com uma imaginação fértil lida com água saindo do além da sua cozinha.
Sim. Entrava inocentemente na cozinha para recolher a roupa do varal e me deparava com chinelos molhado sabe-se Deus lá por quê. Isso quando não esquecia e ia de meias para lá *a sensação de molhar suas meias com os pés dentro não é nada agradável, btw.*. Mas que seja, dramas domésticos à parte, a questão era que eu acordava e o chão da minha lavanderia*leia-se aquela metade separada por muretas da cozinha* sempre estava molhado, secava-o
Estava quase indo pro apartamento de cima e perguntando se tinha uma garota morta na caixa d'água*vide que a caixa d'água estava dando problemas, não estava vedando direto e a água acabava por vezes, até acordei com água caindo do lado de fora da janela do meu quarto*, só que não tinha ninguém no apartamento de cima, ninguém ainda se mudou para lá. *Estaria quase indo para a caixa d'água em si, não fosse o prédio novo, então impossível da guriazinha ter morrido lá e virado um 'esprito'*falado rapidamente* vingativo.*
Desisti desse trecho e voltei para o meu apartamento. Foi então que reparei que o bendito do filtro que estava ligado à torneira do tanque estava pingando
Liguei pro meu pai pra perguntar que fazer com o filtro.
O problema ainda não está resolvido mas provavelmente teremos de chamar um exterminador para o filtro, vamos exorcisá-lo dessa vida bandida, vamos matá-lo e desincumbi-lo de suas ações.
Ou seja.
Vamos tirá-lo de lá e deixar só a torneira do tanque.
É lógico que fiquei feliz por não ser um 'esprito'*rapidin* maligno querendo que eu fosse a mãe dele, mas também me entristeceu por não ter tido a oportunidade de falar com alguém que consegue ficar sem respirar por tanto tempo numa caixa d'água. *#tu-dum-piiiishhhh* Ou ainda perguntar como que anda sua vida, molhada? *Alguém pára essa criatura ignóbil?* Ou ainda fa....**bate com um bastão na cabeça da pessoa**
...
*Pronto. Resolvido. É isso aí, pessoas, então hoje, eu, o alter-ego da autora aqui encerro o post de hoje, espero que ela não tenha tido uma concussão ou algo parecido senão eu que me ferro, mas que seja. Fiquem atentos para os próximos posts!
And it´s all just drunk sincerity
Bad Religion - Drunk Sincerity *
ps.: Nenhum autor foi fatalmente machucado