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sábado, 24 de dezembro de 2011

Aquele Natal!

E ae, caros não-leitores!



Como vão essas mentes?

Nervosas e curiosas para abrir os presentes que estão embaixo da árvore sintética na sala?

Amanhã já vai ser Natal, e como todos comemoram à meia-noite e não estarei online no momento...
então o post vai no dia 24 mesmo...que seja...HAHAHA

De qualquer forma, vou deixar aqui meu Feliz Natal para todos os incautos não-leitores, para aqueles que comemoram, que não comemoram porque não ter a ver com a respectiva religião, para aqueles que o importante não é o presente, mas sim o sorriso da família reunida, para aqueles que o que importa é a árvore cheia, ou a mesa de comida, para aqueles que xingam todo mundo por focar mais no presente que no aniversariante, para aqueles que nem entenderam a piada do aniversariante, para aqueles que nasceram perto ou na data do Natal, e assim só ganham um presente por ano, ou são esquecidos...HAHA, para qualquer um que tenha um significado pessoal pra essa data que repete todo ano!

Um Feliz Natal!
E Vamos aproveitar porque pode ser o último...HAHAHAHA
(Já que 2012 o mundo acaba dia 21 neam...)


ENJOY!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sincretismo Natalino! Parte 2 Narrada!

Olá novamente, não-leitores!

Venho trazer-lhes-vos-ei a famigerada parte 2 e última da história fumada da origem do Natal!
Se emocionem com a história emocionante!
Sintam como eles se sentiram ao receberem ajuda de alienígenas do além!!!
Tentem em vão achar algum sentido nessa loucura agora narrada!

E é só isso...
Vai lá...
Aperta o play.




E essa parte originalmente tava aqui ó: Sincretismo Natalino Parte 2

domingo, 26 de dezembro de 2010

Merry Navidad! Sincretismo Natalino! Parte 2!

Olá não-leitores!

Voltei para colocar a segunda parte da inédita! Incrível! Impressionante! Incompleta!
História de Natal Sincrética! *Ecos ao fundo*

O que quer que isso signifique...

Enton! Hey Ho, Let´s Go!


*Primeira Parte da História Aqui Ó: Merry Navidad Parte 1! *




*recapitulando: O casal tinha fugido que nem louco para qualquer cidade vizinha onde o Cara não tivesse autonomia. *




O casal, apesar de já tomada a decisão de partir, teve essa decisão balançada pelo fato de a mulher estar grávida de quase nove meses e embora a roda já tivesse sido inventada, o carro ainda não o tivesse sido, e como digamos que a mulher não estivesse muito disposta a andar até a cidade não tão próxima, acabaram por alugar um burro de carga aleatório que estava passando por ali. (Porque convenhamos, era muito mais prático, ele carregava a mulher E a carga também)
Depois de alguns atribulados dias de viagem e de placas tão mal feitas que não se sabia se pegava a pista da esquerda ou da direita para chegar à Cidade dos Sinos, finalmente chegaram à tal cidade onomatopéica, a tal Blém, onde o sol brilhava e quem mandava era Outro Cara. Infelizmente, a tal Blém era uma cidade turística, e afinal de contas, estavam na alta temporada, então era mais fácil encontrar na ordem 15 agulhas numeradas num palheiro do que uma vaga em um hotel.
Por sorte, tinha um homem fechando uma lanchonete, a qual não se chamava assim na época, mas isso são apenas detalhes, e após quase terem de comprar um lanche duplo, o convenceram a deixar que passassem a noite lá dentro. O único problema era que a lanchonete mantinha a comida nos fundos, então iam ter de se virar para deitar por entre as caixas, e ele ainda frisou que tinha o inventário completo de tudo que tinha lá, só para garantir.
Depois de já fechada a lanchonete, foram dar uma olhada nos fundos, e entre as geladeiras da época (Baldes cheios de sal e gordura) encontraram um cantinho com sacos de grãos, que eram relativamente macios. Acomodaram-se calmamente nos sacos, mas uma coincidência completamente não coincidente fez com que a bolsa da mulher estourasse e ela entrasse em trabalho de parto sentada nos sacos de trigo, por sorte, o mesmo alienígena do além que havia tropeçado e desde então não conseguido voltar para casa, tropeçou numa das bacias de sal e comida no depósito onde se encontravam, e por mais sorte ainda, descobriram que eram os machos deles que tinham filhotes, e esse em questão já havia feito o parto de cinco, então serviu de alguma  ajuda.
Já havia passado da meia-noite quando finalmente o bebê milagroso decidiu terminar de sair da barriga da mulher, e nesse ponto, ela já estava mais do agradecida em dar o nome escolhido pelo alienígena do além, e decidiu que também era bom anotar que ele havia nascido naquele dia, o dia 25, que também não existia para o calendário da época.
Embora, depois que todos já estavam mais calmos, principalmente o noivo, que havia desmaiado sucessivamente até o trabalho de parto terminar, e o bebê já havia recebido o tapinha e já dormia silenciosamente, quando bateram na porta da lanchonete. Eram três homens perguntando se lá ainda estava aberto, mas que pararam de chofre quando viram o bebê recém-nascido e o alienígena do além nos fundos, ninguém confia em um lugar que guarda comida e tem bebês recém-nascidos no mesmo local. Mas como haviam se simpatizado com o alienígena que tinha um ar levemente engraçado, decidiram deixar de presente o pagamento dos lanches e como os outros dois estavam duros, um relógio e um óculos de sol de marca, se retirando alegremente em seguida, haviam ido até aquela lanchonete porque uma estrela que havia tropeçado e caído por aqui lhes disse que se conseguisse voltar, lhes levaria para um lugar com uma ótima comida, então depois disso não se importaram em achar o lugar fechado, haviam ficado meio loucos pelo fato da aparição de qualquer forma.
No dia seguinte, o casal já havia conseguido achar uma vaga num hotel lá por perto, e foram até ele, agradecendo a um chocado dono de lanchonete quando viu o bebê nos braços da mulher. ( o alienígena já havia ido tropeçar para outros cantos)
O destino daquele bebê no entanto que é o verdadeiro foco dessa história, ele, o recém batizado Cláudio, que posteriormente seria chamado de Santa Claus por alguns, e nacionalizado como Papai Noel em outros cantos, acharia a fonte da imortalidade anos depois(Muitos anos depois, tanto que já estava velho, e como não achou a da juventude, decidiu deixar assim mesmo) e, desde então imortal, retribui os presentes dos três homens que apareceram na lanchonete no dia de seu nascimento a todos que tem bom coração e intenções, tropeçando por todo o mundo afora, que nem aprendeu com aquele que o havia inspirado a nascer.






E é isso não-leitores!
Eu sei que a história ficou ENORME, mas quem liga. Era assim mesmo.
Espero que gostem da versão sem pé nem cabeça que teve esse meu Natal (Se bem que atualmente ninguém mais realmente sabe para que serve esse feriado, de tão banalizado que ficou, haha)
E acompanhem as outras idéias piradas que surgirem nessa mente semi-insana!

Enjoy...

Merry Navidad! Sincretismo Natalino! Parte 1!

Olá, caros não-leitores!

Apareci depois de um tempo devido à HDs queimados por tempestades drásticas!
*Mais desculpas clássicas? Hum. Pode ser. Mas não deixam de ser criativas.*

Então! De minha cadeira com uma almofada solta eu venho fazer um post sobre essa data tão dúbia*por causa do Papai Noel X Nascimento de Cristo* mas como esse tema precisaria d uma análise mais profunda...eu simplesmente lhes contarei a história do Natal de forma deturpada e distorcida pelo puro uso inútil da criatividade alheia. *respira respira*
*A história ficará grande...então para os que tem paciência...enjoy...*


Tudo começou nove meses antes do dia 24 de um calendário que ainda não possuía o tal dia 24, mas isso é irrelevante para a dita cuja história.
Nesse dia, um alienígena do além (ele vinha do além, não do espaço, por isso é bom frisar essa parte) tropeçou em uma pedra que coincidentemente dava acesso à dimensão não-além na qual vivemos e em uma queda que provavelmente quebraria todos seus não-humanos ossos sobreviveu graças a uma moça que estava em casa passando roupa. Sorte para ele. Azar para ela, que no caso serviu de almofada para o ser do além.
Depois que sua tontura passou, a moça olhou fixamente para o ser que espanava o pó que o cobriu na queda, sua aparência era tão estranha que chegava a ser indescritível, mas isso também poderia se dever ao fato de seus olhos terem sido temporariamente danificados com a queda e o estado de choque. Ele voltou o olhar para ela, e como forma de agradecimento vigente em sua dimensão do além, lhe disse que colocasse o nome dele no filho que a partir de agora ela teria, e depois disso foi procurar outra pedra para tropeçar de volta para o mundo de onde veio.
Ela ficou sentada ainda por um tempo, confusa, até onde ela se lembrava, quando alguém era salvo por outro colocava o nome desse salvador no filho dele, não fazia o salvador ficar grávido e o obrigava a colocar um nome do além. Mas que seja. O estrago estava feito. Agora era falar pro noivo.
O noivo aceitou tudo surpreendemente bem. Sendo um estudante dos efeitos do além na madeira, ele achou perfeitamente plausível que um ser que modificava de formas ainda desconhecidas a madeira pudesse vir de um mundo além onde as formas de agradecimento eram diferentes e ainda por cima cair em cima de sua noiva, sabendo que com um noivo como ele, ela não seria apedrejada até a morte por promiscuidade, então com lágrimas de emoção por uma comprovação do além de suas crenças ele decidiu que adiantaria a data do casamento deles para que não ficasse tão mal para a reputação de sua futura esposa.
A esposa ficou feliz por ele ter aceito tão facilmente sua história, ainda mais porque sabia que ele tinha noção que ela não tinha criatividade para criar uma desculpa tão bem bolada e sem pé nem cabeça, então depois do casamento adiantado, de assinar contratos de divisão de bens e afins eles se mudaram para a casa dos fundos da mãe dele, embora ela não tivesse ficado tão feliz com o fato, mas como o trabalho de seu marido não era lá tão rentável não podia reclamar.
Até que em um dia, algumas semanas antes dos nove meses de gravidez da mulher, uma notícia que mudaria a vida de todos tomou os arredores da cidade pelo veículo mais rápido da época:
A fofoca.
Quando a vizinha veio contar para a mãe que a amiga dela tinha ficado sabendo pela prima que o irmão da tia avó daquela moça que vivia perto da ponte principal tinha escutado direto de um soldado que (...resumindo horas e horas...) o Cara Que Comandava o Estado tinha quebrado o dente da frente por causa de um ser do além que tinha tropeçado e caído em cima dele (Ele não tinha tido muita sorte com as pedras que havia encontrado...) e havia falado que todos os dentes da frente de todas as crianças com menos de um ano deveriam ser quebrados nos próximos meses, sem exceções.
A fofoca também dizia que a razão para isso era a de que esse Cara teria feito um bebezinho rir ao mostrar o sorriso comandante que possuía, e isso ferira muito seu ego problemático. Mas isso era só fofoca. Claro.
O casal ficou imensamente preocupado, ainda mais porque bebês nasciam sem dentes, o que dava margem à interpretações erradas sobre o que o Cara realmente queria que fizessem com as crianças menores de um ano, e prevendo que com certeza o bebê nasceria nesse meio tempo, decidiram fugir para uma cidade com ideais mais libertários (e dentistas melhores, só por precaução).


A história continua amanhã! Leiam se a curiosidade sobre a gravidez do além dessa moça lhes atingirem...